Possíveis
encadeamentos que acarretam indisciplina nas aulas de educação musical no
contexto da educação básica
Marina de Azevedo Guerra
Resumo: Educadores musicais licenciados lidam
constantemente em seu cotidiano com escolas que não possuem sala apropriada
para comportar as aulas de educação musical, essa situação acarreta o uso
compartilhado da sala de aula "tradicional" com o professor PEB I, podendo
ocasionar menor aproveitamento do tempo para a aplicação das atividades devido
às mudanças necessárias realizadas para adequar a sala às condições requeridas
para as aulas de educação musical, tais adequações podem fomentar a dispersão e
indisciplina por parte dos alunos, contribuindo com o baixo rendimento das
aulas que ocorrem unicamente uma vez por semana. Por meio de um relato baseado
em observação este trabalho propõe a descrição de implicações decorrentes
da condição de não haver uma sala apropriada disponível para ministrar suas
aulas na educação infantil e ensino fundamental I da educação básica,
especialmente no ensino público, bem como propõe
determinadas estratégias que colaboram com a amenização de comportamentos
indisciplinados enfrentados em sala de aula.
Palavras
chave: educação musical. educação infantil. ensino fundamental. estrutura
inadequada. indisciplina.
Introdução
O propósito deste
trabalho delimita-se ao relato, fundamentação e discussão acerca de observações
realizadas no período de estágio proveniente dos dois anos finais do curso de
Licenciatura em Educação Musical da Universidade Federal de São Carlos. Mediante
observação de situações vivenciadas cotidianamente pelo educador musical em um
contexto da educação básica (educação infantil e ensino fundamental I) da rede
pública, constatou-se que o fato de aulas de educação musical serem ministradas
nas salas de aula tradicionais, opção decorrente da falta de um espaço
apropriado às aulas da referida disciplina, implica em impasses que prejudicam
o aproveitamento e rendimento das aulas, especialmente em se tratando da
indisciplina em sala de aula. Observou-se que fatores como tempo demasiado
esparso entre as aulas e constituição não propícia do ambiente em que a aula
será ministrada tornam o tempo de aula escasso para que o professor possa
desenvolver um trabalho satisfatório em termos de continuidade e consolidação.
Pois, situações como deslocar um número considerável de instrumentos de uma
sala à outra, organizar a sala adequadamente para o estabelecimento dos
pertences do educador musical, bem como para utilização dos instrumentos que
serão distribuídos a cada aluno acarreta em tumulto por parte dos alunos culminando em uma perda significativa de
tempo e vigor direcionados à preparação do ambiente e estabelecimento da
disciplina dos alunos. Por conseguinte, este trabalho busca uma compreensão para
além da descrição das implicações desse cenário, propondo também estratégias
que amenizem as problemáticas provenientes da desafiadora indisciplina enfrentada
durante as aulas de música em salas de aula tradicionais.
Dos fatores que
comprometem o desenvolvimento das aulas
Ao longo do período
concernente ao estágio em educação musical, realizado em uma escola municipal
de educação básica, Educação infantil e ensino Fundamental I, observou-se que
as aulas de educação musical para os alunos dos 4ºs e 5ºs anos ocorriam em
salas tradicionais juntamente com os professores de educação básica I (PEBI),
pela razão de não haver um espaço na escola adequado para os alunos dos anos
fundamentais I. Das situações observadas é possível destacar o professor
deslocando vinte e oito instrumentos de uma sala relativamente distante dos
corredores em que se encontram as salas em que ministra suas aulas, situação
delicada quando dentre os muitos instrumentos a serem trabalhados são, por
exemplo, timbas. O número de idas e vindas entre buscar timbas, no máximo duas
por vez, a organização na distribuição de instrumentos/aluno, a agitação dos
alunos em sala de aula não colaborando com a organização exigida no momento, a
noção de que há conteúdo a ser trabalhado e o tempo vai se tornando escasso,
todas essas circunstâncias contribuem gerando certo desgaste físico e mental no
professor. Dessa forma, percebeu-se que a lacuna quanto à falta de um ambiente
adequado aos alunos desta faixa etária, que varia entre 10 e 12 anos, causa uma
cascata de implicações que afetam o trabalho do educador musical em vários
aspectos, podendo dificultar questões relacionadas desde a disciplina mantida
pelos alunos até o nível de produtividade da classe.
A falta de espaço
induziu ao professor ministrar suas aulas em ambiente não adequado às aulas de
educação musical, salas de aula convencionais, cujo modelo tradicional
predomina, são constituídas por longas fileiras de carteiras e cadeiras uma
após a outra, abrigando cerca de 28 alunos, por isso faz-se necessária a
reorganização das cadeiras e carteiras em benefício de um espaço que possibilite
desenvolver as atividades musicais. Nesse caso, aproximadamente 5 minutos antes
do início das aulas o professor deve considerar organizar as carteiras e
cadeiras, bem como aproximadamente 10 minutos antes do encerramento da aula o
professor deve retomar a organização da classe, recolhendo os instrumentos
trabalhados estando atento ao número e estado dos instrumentos recolhidos, recolher
seu próprio material de trabalho (caixas de som, diário de classe, sacolas com
outros instrumentos, folhas de atividade, dentre outros) e colocar novamente as
carteiras e cadeiras em seu devido lugar. Esse momento referido é marcado pela
demasiada agitação da maioria dos alunos que promovem muita poluição sonora em
classe, uma vez que arrastam as cadeiras e carteiras sem critério algum,
iniciam brincadeiras impetuosas, tornam-se desajeitados com o manuseio dos
instrumentos musicais a serem recolhidos, apesar das persistentes instruções
provindas do educador musical.
Em se tratando dos
aspectos disciplinares, durante a distribuição e organização dos instrumentos
em classe constatou-se ser um desafio manter a ordem e contar com a colaboração
dos alunos que se tornam agitados e não compreendem a importância de se
aproveitar ao máximo o tempo disponível para aula. Gerir a atenção de um grupo de pessoas não é
tarefa descomplicada, em especial quando o grupo é formado por crianças, para
Sobrinho (2015) fatores cognitivos comportamentais como a falta de autocontrole
de alunos e fatores biológicos como o fato de que a capacidade de concentração
destas faixas etárias encontra-se ainda em processo de desenvolvimento,
conforme Blakemore e Choudhury (2006), podem perturbar a estabilidade da
disciplina, nesse sentido a maior parte do tempo destinado à aula foi ocupado
por chamadas de atenção da parte professor que, poucas vezes, pode contar com a
ajuda de professoras PEBI; conversas relacionadas à importância de se ter
disciplina em sala de aula ou, ainda, por atitudes tomadas acerca de um ou dois
alunos que desrespeitaram o professor, como solicitar a presença do inspetor,
bem com proceder com o encaminhamento de tais alunos à diretoria, todas essas
situações levam tempo de aula e, por vezes, o professor é obrigado a deixar a
sala sozinha até encaminhar tais alunos. Em suma, foi observado que a falta de
espaço adequado, a necessidade de deslocar materiais de uma sala para outra, a
falta de disciplina por parte dos alunos, são fatores que somados ao tempo
esparso de ocorrência das aulas, que ocorrem uma vez na semana, aliados ao
tempo de aula que acaba por se tornar escasso devido à concatenação das
implicações expostas, dificultaram muito o trabalho do educador musical em sala
de aula comprometendo o aproveitamento do conteúdo e, conseqüentemente, o
rendimento das aulas.
Considerações finais
Em seu
cotidiano de trabalho, por vezes, um dos desafios enfrentados pelo educador
musical é a possibilidade de não haver ambiente adequado para ministrar suas
aulas nas escolas, seja devido a falta de um espaço físico ou pela razão de os
alunos excederem em quantidade quando em comparação com a área total disponível
em determinada sala, tornando assim, para algumas turmas de alunos, o espaço
inadequado. A questão de falta ou espaço inadequado em relação às aulas de
educação musical acarretam em duas implicações relevantes: a
oportunização da indisciplina em sala
de aula, bem como a dificuldade de se desenvolver um trabalho
de maneira satisfatória em termos de continuidade e consolidação de projetos semestrais
ou anuais, fato que, muitas vezes, leva os educadores musicais a sentirem-se frustrados.
Os profissionais precisam se sentir
confortáveis nas suas funções docentes em música e ter uma identidade ou perfil
de atuação clara da profissão de educação musical para que a sociedade
brasileira possa, em retorno, defender a sua necessidade e permanência perante
o sistema educacional (OLIVEIRA, 2006, p. 26).
Entretanto, o processo de conscientização da
sociedade e demais profissionais da educação quanto à relevância que a educação
musical possui na educação básica, como qualquer processo de conscientização,
demandará tempo e persistência, bem como esforço, da parte dos educadores
musicais, visto que:
O docente enxerga na atitude de alguns
colegas de profissão certa desvalorização da música como conhecimento e do
professor de música, desconsiderando-o como um profissional que tem uma
formação acadêmico profissional solidificada. (...) em consequência dessa
desvalorização, a música na escola ainda é vista como “entretenimento” por
parte dos professores (SILVA, 2017. p. 84).
Enquanto este processo de conscientização se
desenvolve para que haja atenção adequada quanto às necessidades do educador
relativas ao desenvolver pleno de um projeto musical na educação básica, o
educador musical precisará lançar mão de estratégias criativas observando as
ferramentas e opções que dispõe, por isso a importância de o educador musical
ser licenciado, para que disponha de fundamentação pedagógica e estratégias
pedagógicas em educação musical, como os métodos ativos em educação musical, ao
elaborar seus planejamentos considerando o período de desenvolvimento dos
alunos e as condições de trabalho que possui para elaborar formas de ministrar
o conteúdo proposto na área específica, porquanto caso tenha exclusivamente
bacharelado em sua formação permanecerá atrelado à necessidade do “fazer
musical” unicamente dependente de maneiras e instrumentos convencionais, como
aponta Penna (2007):
Quem toca – tendo se formado pelo modelo
tradicional de ensino [bacharel em instrumento] – provavelmente vai ensinar
como foi ensinado, o que pode funcionar bem em uma escola especializada, mas
não em uma sala de aula da educação básica, com seus desafios próprios (PENNA,
2007, p. 51).
Dessa forma, contata-se que é necessária a
mobilização por parte dos educadores musicais em benefício de uma interação
adequada que esclareça tanto os demais profissionais da área da educação quanto
a sociedade em geral. Nesse sentido, o educador musical poderá conscientizar
aproveitando atividades do cotidiano como na elaboração de relatórios ou planejamentos
de aula justificando a partir de fundamentação que elucide sobre a importância
da educação musical como prática na educação básica, igualmente convidando
profissionais a participarem de um horário de aula apresentando ao colega
profissional os aspectos que a educação musical pode trabalhar; igualmente pode
contribuir divulgando acerca do papel da educação musical na sociedade através
de meios de comunicação em massa como blog, redes sociais, plataformas
audiovisuais; assim como escrevendo artigos em periódicos que de preferência
estejam indexados, ou também em revistas locais, jornais e participando de
eventos científicos da área da educação apresentando trabalhos acerca dos
projetos que desenvolve. Somente através da conscientização a sociedade,
especialmente os demais profissionais da educação e autoridades políticas,
passarão a apoiar e modificar determinados desafios problemáticos que a
realidade apresenta ao cotidiano dos educadores musicais.
Acerca da
questão de indisciplina, é essencial que o educador musical não lide com tais
comportamentos compreendendo-as como atitudes de cunho pessoal, ou seja, algo
que ocorra exclusivamente entre ele e o aluno, pois são comportamentos que
devem ser tratados mediante perspectiva imparcial para que se possa lidar com
tal situação dentro de uma abordagem pedagógica. São apresentados
por Aquino (1998) três tipos de hipóteses explicativas constantemente utilizadas
por professores para justificar a indisciplina e o fracasso escolar, a saber:
Hipótese do aluno “desrespeitador”, hipótese do aluno “sem limites” e hipótese
do aluno “desinteressado”, esses três estereótipos, por exemplo, já demonstram
o foco do educador imprimindo a situação de forma pessoal. É preciso que se construa o
entendimento de que não é possível que o aluno torne-se refutador do professor e
nem o professor torne-se um refutador do aluno, posto que não se trata de
refutar, bem como não se trata de o professor se sentir invadido pelo diálogo
ou indiferença do aluno direcionado a ele, mas sim a respeito de o professor
refutar determinado comportamento que se originou de determinada atitude, a
qual encontrou uma forma de se expressar dentro de um determinado contexto, porquanto
indisciplina refere-se às atitudes, geralmente, posteriores a manifestação de
comportamento disruptivo, comportamentos de desafio, falta de materiais
necessários, bem como nos casos de recusa em trabalhar em sala de aula, tais comportamentos definem-se quando:
Comportamentos
disruptivos- Alunos fazem muito barulho, falam fora de vez, insultam-se
mutuamente, fazem comentários despropositados, andam fora dos seus lugares,
estão na brincadeira. São comportamentos que os professores não consideram
ofensivos ou graves em si mesmos mas que interferem no ambiente de trabalho e
no andamento das lições. Relutância, recusa em trabalhar. Quando se propõem
actividades os alunos mostram relutância, resistem, queixam-se ou mesmo
recusam-se a aderir. - Comportamentos de desafio. Alunos desafiam a autoridade
do professor. - Falta de materiais. Alunos não trazem o material necessário
para a aula (VAZ DA SILVA, 1998, p. 556-557).
É importante
notar que essas mesmas categorias de comportamento podem amplificar e ter
determinada intensidade em cada um dos níveis escolares, normalmente crianças
apresentam postura não violenta em comportamentos de desafio. Outro relevante
aspecto é apontado por Aquino (1998) quando discorre a respeito
da conclusão que educadores chegam a partir de uma comparação ao afirmarem que
“antigamente era melhor”, tal afirmação demonstra-se descontextualizada porquanto
destaca unicamente as atitudes das quais se considera correta em uma
determinada época, desconsiderando vários fatores como os culturais, ambientais
e até políticos que levam à pressão e manifestação de determinados
comportamentos. O ambiente de sala deve ser compreendido como um organismo vivo
cuja unidade mínima seria representada pela atitude,
porquanto comportamentos seriam
expressões constantes e mutáveis que definiriam segundo a segundo esse
contexto. Por isso, justifica-se a importância de adotar uma postura de
vigilância, permanecendo atento às variáveis, como se fosse a “fisiologia” do
ambiente, evitando-se o enfoque nos tipos de abordagens que baseiam-se em
resoluções comportamentais a partir de categorizações em estereótipos, o determinado
“tipo” de aluno. Borges (2010) em alusão ao trabalho de Vaz da Silva (1999), apresenta
um conjunto de estratégias dividido em cinco cinco tipos de posturas
consideradas como adotadas por professores eficazes, como Withitness, Overlapping,
Smoothness, Maintening Group Focus e
Variety, ou seja, tratam-se de
posturas com as quais os educadores conseguem lidar com questões comportamentais
em ambiente escolar da maneira mais adequada, a saber:
Withitness- O professor comunica constantemente com a
turma através de todo o seu comportamento, aqui a comunicação não se limita à
forma verbal, o professor se dá conta do que se passa na turma o tempo todo, e
consegue por isso agir de forma rápida quando as situações acontecem.
“Overlapping” - refere-se ao que o professor faz quando tem duas ou mais
situações a solicita-lo ao mesmo tempo. Trata-se de um fenómeno de atenção
múltipla. “Smoothness” – Relacionado com as formas como o professor inicia e
mantém o ritmo da actividade em sala de aula, evita que interferem com o normal
funcionamento da aula. “Maintening Group Focus” – Como o professor dirige as
actividade através de grupos como (Group Acerting, Format, Accountibility), que
querem dizer em ordem, o que o professor faz para manter o grupo a trabalhar em
conjunto, outra que tem a ver com o que é exigido das crianças em sala, quando
um estiver a ser chamada, e o outro que tem a ver com o grau de
responsabilidade que é delegado aos alunos pelas suas acções. “Variety” – O
professor evita a monotonia através de actividades variadas e organizando a
turma em grupos diversos (VAZ DA SILVA, 1999 apud BORGES, 2010, p. 34-35).
Devido à necessidade de
receber e processar constantes estímulos o nível de concentração das crianças
apresenta-se, por vezes, inconsistente e de forma deveras dinâmica. Nesse
sentido comportamental, igualmente faz-se relevante considerar o tempo e as
formas de concentração das crianças, por isso o educador deve considerar dominar
não só o conteúdo que irá passar para a classe, mas também como, de que maneira,
trabalhará determinado conteúdo fundamentando-se nas peculiaridades de cada
período relativo ao desenvolvimento humano. Além de considerar o quão claro e objetivo
apresenta-se o conteúdo a ser trabalhado é preciso que, também, o educador
considere assumir um papel de cenógrafo, utilizando-se de sua criatividade para
criar cenários a partir de todas as ferramentas que tem disponível,
assumindo-se que “Ao mesmo tempo que existem fatores que influenciam
negativamente a atenção e a concentração e que tendem a comprometer o
rendimento escolar, é possível que recursos que estimulem a motivação e o
relaxamento influenciem positivamente a aprendizagem” (COSTA et al, 2015 p.76).
Ao evitar oprimir e
exigir que haja unicamente um tipo de comportamento constante em cada um dos
alunos oportuniza-se a percepção de se compreender a sala de aula e seus integrantes
como um todo, como um organismo vivo cuja autopoiese se mantém através de
comportamentos, tanto por parte dos alunos como do professor, o entendimento
das variáveis de uma sala de aula faz com que este ambiente torne-se passível
de ser “comportamentalmente arquitetado” pelos gestores. A partir disto, o próximo
desafio torna-se elaborar um contexto que esteja em conjunto com o conteúdo do
plano de aula capaz de direcionar a atenção de forma que toda a energia que há
na inquietação infantil seja redirecionada para determinada finalidade, antes
mesmo de desvirtuar-se por meio de atitudes que levem à manifestação de
comportamentos disruptivos que são significativamente capazes de desestabilizar
a disciplina no “organismo” sala de aula ao precederem situações de
indisciplina que obstruem a produtividade, aproveitamento e rendimento dos
conteúdos em sala de aula.
Diante do exposto,
concluí-se que os educadores musicais licenciados devem estar preparados para
os desafios que se apresentam em seu cotidiano, como as implicações oriundas da
falta de local apropriado e escassez materiais adequados para trabalhar suas
aulas em escolas na educação básica, dessa forma durante o processo de
graduação em licenciatura faz-se necessário o entendimento de que a formação
não é exclusivamente para tornarem-se mediadores de conteúdos da respectiva
área, mas também para serem mediadores de ambientes, considerando tanto as variáveis
estruturais do ambiente escolar, seu local e materiais para trabalho, bem como as
variáveis comportamentais.
Referências
BORGES,
S. I. S. Indisciplina numa escola secundária: Estudo das
estratégias de prevenção utilizadas pelos professores em sala de aula. 2010.
141 p. Dissertação de Mestrado (Educação Especial)- Escola Superior de Educação
de Lisboa, Faculdade Universidade de Cabo Verde, Praia, 2010. Disponível em: <http://193.136.21.50/bitstream/10961/1687/1/Tese%20Mestrado.pdf>
Acesso em: 11/10/2017.
SILVA, José Antônio. A
iniciação à docência do professor de música em escolas públicas de Goiânia/GO.
228 p. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu
Mestrado em Música. Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2017. Disponível
em: <https://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/7309> Acesso em: 11/10/2017.
SOBRINHO,
F.P.N.. O ensino de procedimentos de autocontrole cognitivo-comportamental como
estratégia para inclusão social/educacional de alunos envolvidos em atos de
indisciplina. Revista Educação em
Questão, v. 34, n. 20, 2015.
Disponível em: < https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/3947>
Acesso em: 11/10/2017.